Conheça o Techlab, fruto da cultura de inovação da Geoklock

A GEOKLOCK anuncia o lançamento do Techlab, produto decorrente do processo de inovação conduzido ao longo de 2018 com a metodologia STAGE-GATE. Trata-se de um período de 20 minutos de compartilhamento de experiências e lições aprendidas sobre um determinado projeto.

Diferente de uma rotina de treinamentos, para Henrieth Oliveira, o Techlab consiste em uma sessão precisa que aborda temas atuais, no intuito de discutir e integrar o conhecimento do corpo técnico da empresa.

Devido ao sucesso interno, o Techlab está ganhando espaço para receber clientes, fornecedores e parceiros na busca por inovação e melhoria contínua da qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela GEOKLOCK.

Geoklock marca presença no Batelle 2019

A Geoklock, empresa de consultoria e engenharia ambiental do grupo suíço EBP, teve participação expressiva no “Bioremediation Symposium – Battelle”. Considerado o maior e mais prestigiado evento mundial para a discussão de inovações tecnológicas na área ambiental, o evento foi realizado entre os dias 15/04 e 18/04 de 2019, em Baltimore, Maryland, nos EUA.

A Geoklock marcou presença com uma equipe de 5 técnicos, liderada pelo CEO, Rubens Spina. Participaram também nesse evento Ulysses Mourão, gestor técnico de Engenharia, e Victor Sewaybricker, gestor técnico do Diagnóstico Ambiental, além de dois jovens colaboradores, Lina Akiko Araki e Bruno Ferreira Pinto, que apresentaram estudos de caso.

Além das apresentações técnicas e de um estande montado, três sessões foram presididas pela Geoklock. O evento, voltado a um público de especialistas e profissionais do mercado, gerou troca de conhecimento e atualização de práticas do mercado.

GEOKLOCK participa do curso de pós-graduação de Gerenciamento de Áreas Contaminadas do SENAC

No último sábado, 11/05, os colaboradores Mychelle Nunes Paula e Atila Ferreira Pessoa tiveram a oportunidade de compartilhar seus conhecimentos sobre ferramentas de alta resolução com a turma de pós-graduação do curso de Gerenciamento de Áreas Contaminadas do SENAC.

A partir dos diferentes recursos de screening da GEOKLOCK, que hoje conta com MiHPT, OIP, OIPGreen, LLMiP e GWS+HPT foi possível relatar experiências e mostrar na prática, a vivência de campo com estes equipamentos.

Na visão de Mychelle Nunes, é gratificante ver a evolução deste assunto no curso, pois há 7 anos, havia uma breve abordagem teórica, e atualmente, os alunos podem compreender desde a importância da rápida tomada de decisão no uso da alta resolução à adequada interpretação dos resultados.

Geoklock levará trabalhos ao simpósio mundial de biorremediação Battelle

Considerado o evento anual de maior prestígio no meio ambiental, o Battelle reúne especialistas da academia e do mercado para nesta versão discutir soluções associadas à biorremediação

A Geoklock, empresa de consultoria e engenharia ambiental do grupo suíço EBP, que neste ano completa 40 anos de Brasil, terá um papel muito importante no próximo Battelle, considerado o maior e mais prestigiado evento mundial para a discussão de inovações tecnológicas na área ambiental. Nesta versão, se chamará Bioremediation Symposium – Battelle e acontecerá entre 15 e 18 de abril em Baltimore, Maryland. Para Victor Sewaybricker, geólogo e gestor técnico da Geoklock, o Battelle é muito aguardado e tem participação expressiva de técnicos do mundo todo, pois é o grande fórum para compartilhar resultados de pesquisas e experiências práticas.

Durante as várias sessões, serão enfocadas tecnologias de tratamento para todos os tipos de contaminantes, incluindo os chamados emergentes.

A Geoklock estará no Battelle com uma equipe de 5 técnicos liderada por seu CEO, Rubens Spina. No evento a empresa apresentará 10 trabalhos, sendo 3 no palco. Desses, um tratará da investigação com uso de ferramenta de alta resolução, outro abordará o tema flux chamber, e o terceiro apresentará ao público um case de sucesso de remediação baseada em fluxo mássico. A empresa terá ainda um estande e irá presidir três sessões.

“Este evento é voltado a um público de especialistas, acadêmicos e profissionais do mercado. Dele saem várias práticas que passam a ser correntes no mercado. Para nós é uma excelente oportunidade de atualização e troca de conhecimento”, avalia Rodrigo Coelho, CTO da Geoklock.

“Além disso, elevamos ainda mais nossa presença no exterior com vistas a ampliar nosso networking e parcerias futuras com empresas que não atuam no Brasil, mas podem ter conosco clientes potenciais em comum”, explica Coelho. Além do CEO Rubens Spina, e Sewaybricker, representarão a empresa Ulysses Mourão, gestor técnico de Engenharia, e dois jovens colaboradores que foram escolhidos a partir de um processo interno de seleção de trabalhos.

Geoklock adota a cultura da inovação de forma estratégica

É difícil encontrar algum colaborador da Geoklock que não esteja envolvido em algum grupo interno de inovação.

A Geoklock decidiu desde o começo de 2018 adotar a inovação como um pilar para o seu desenvolvimento futuro. “Sempre foi um movimento constante, a inovação sempre aconteceu na Geoklock e trata-se de um processo contínuo”, explica Vinicius Ambrogi, Gestor Técnico. Mas, como ele explica, há um ano se tornou, a partir de um trabalho diferenciado e consultoria externa, algo frequente, sistemático e com objetivos claros, de melhorar processos, agregar valores aos produtos e clientes e dar destaque à empresa como uma consultoria premium.

Enrico Valente

“Passamos a ter uma abordagem e um envolvimento muito maiores, queremos agregar valor aos nossos trabalhos e manter a inovação e seu ciclo de forma contínua”, acrescenta Enrico Valente Freire, Gestor Técnico do Diagnóstico Ambiental. Os dois explicaram que em janeiro de 2018, no início dos trabalhos e formação dos grupos, foi criado um ambiente favorável com um engajamento muito forte das pessoas.

Segundo Ambrogi, todos perceberam que não se tratava apenas de uma ação tópica e momentânea, mas que a inovação faria parte da estratégia da empresa, que passaria a ser algo perene e de longo prazo. “Formamos seis grupos e cada um possui cerca de 10 integrantes permanentes mais os rotativos, contando com as equipes de campo e escritório. Todos estão motivados a participar e dar suas contribuições”. Esse envolvimento veio ao encontro dos objetivos da empresa, que passou a dar ainda mais apoio às iniciativas. As pessoas participam e, mesmo fora dos grupos, oferecem sugestões, respondem pesquisas e colaboram.

“Nesses grupos discutimos áreas de nosso interesse, como desafios na investigação ambiental, operações de sistemas de remediação, competências para inovação, tecnologia da informação, engenharia de remediação e geotecnia”, conta Freire. Segundo ele, os grupos se reúnem com frequência, seguindo uma metodologia em um ambiente baseado no sistema Stage-Gate, uma ferramenta amplamente usada para a tomada de decisão com relação à alocação de recursos. “O processo é estruturado por meio do desenvolvimento do projeto por estágios, separados por eventos de análise e decisão, chamados de gates. Isso permite uma gestão efetiva dos avanços e do cumprimento de etapas”, destaca Vinicius Ambrogi.

Vinicius Ambrogi

As reuniões, junto ao comitê formado, são semanais, com muita orientação, planejamento e treinamento. Nos gates, a Geoklock literalmente para, devido ao elevado envolvimento dos colaboradores. Um dos maiores benefícios da iniciativa é a autonomia dada aos colaboradores na condução dos desafios e busca das soluções. “Eles passam a ter poder decisório e as soluções trazidas estão nos levando cada vez mais a atingir nossos objetivos”, diz Enrique Freire. Os dois disseram que em março esse ciclo deve ser encerrado e então muitas soluções já estarão sendo empregadas em todos os segmentos da empresa. “Isso, no entanto, não significa o fim dos trabalhos. Como dissemos, a inovação é algo contínuo e grupos internos seguirão aprimorando esses e outros temas que surgirão. É algo instigante, que envolve a todos e faz parte da nossa realidade”, complementa Ambrogi.

A intenção da Geoklock é discutir muito e de forma ampla os novos desafios com o intuito final de tornar a empresa maior, a partir da geração de metas que tornem os processos mais eficientes e reconhecidos no mercado. “Usamos além do Stage-Gate o MVP – Minimum Viable Product. É uma prática que consiste em lançar um novo produto ou serviço com o menor investimento possível, para testar antes de aportar grandes investimentos”, diz Freire. Um dos primeiros resultados dessa incursão pela inovação tem sido o processo de digitalização da Geoklock. “Para nós faz todo sentido uma empresa usar das tecnologias disponíveis para reduzir uso de papel, eliminar etapas burocráticas e dar maior agilidade ao seu dia a dia na empresa, com significativa redução de custos”, acrescenta Ambrogi. “Não queremos desperdiçar energias, queremos que haja um trabalho coerente e com alto valor agregado. Queremos também envolver os clientes, ouvir o que eles têm a dizer e buscar, a partir dessa visão, adequar nossos produtos de forma a buscar a plena satisfação de todos e nos tornarmos sempre referência no mercado”.

 

 

A Geoklock e o tempo

Quando a gente faz o que gosta, se envolve, acaba não se dando conta do tempo. Mas, como na letra de Cazuza, o tempo não para.

Vejam o caso da Geoklock. Parece que a fundação se deu há pouco tempo, mas vamos completar 40 anos em 2019. Uma data muito importante, histórica e que queremos comemorar muito.

Essa comemoração, contudo, não seria completa se não envolvesse boa parte do nosso time. Afinal de contas, temos entre nós profissionais que estão na empresa há 5, 10, 15, 20, 30 anos. Graças ao trabalho de todos construímos uma reputação, uma marca de respeito.

Se considerarmos que parte importante do nosso tempo passamos trabalhando, significa muito a dedicação à Geoklock desses profissionais. Eles participaram de todos os momentos, de toda a arquitetura para construir o que hoje somos.

Por isso, aos que estão cumprindo essas marcas, em nome de todo o grupo, agradecemos imensamente e publicamente por todos esses anos dedicados ao crescimento e à consolidação desta empresa. Isso, para nós, é profissionalismo, bom caráter e comprometimento.

Mais que isso, esse time serve de exemplo às novas gerações. Ajuda na formação dos mais jovens, viram fontes de inspiração. São nosso melhor patrimônio e ao mesmo tempo parceiros em todos os momentos, inclusive os de sucesso. Todos com mais tempo de casa têm nossa reverência e respeito, por isso merecem todas as homenagens.

Obrigado a todos,
Geoklock

Geoklock participa do Ecotox 2018

A Geoklock – Consultoria e Engenharia Ambiental – que atua no Brasil há quase 40 anos, participou do XV Congresso Brasileiro de Ecotoxicologia (Ecotox 2018). O evento foi realizado entre os dias 1º e 4 de setembro na cidade de Aracaju. “Trata-se de um fórum dos mais importantes para nossa área, com palestras importantes e de relevância internacional”, comenta Filipe Biaggioni Gimenes, engenheiro ambiental da Geoklock.

O evento reuniu especialistas nacionais e internacionais para a discussão de diversos temas da área de ecotoxicologia, como tecnologias limpas, técnicas de biorremediação, métodos para avaliação de risco ecológico, entre outros. O Ecotox é um fórum para o desenvolvimento técnico-científico e disseminação do
conhecimento para setores relevantes da sociedade.

A Geoklock apresentou dois trabalhos: “Estudo de Caso: Avaliação de Risco Ecológico em Área Contaminada por Pesticidas, Compostos Orgânicos e Metais” e “Avaliação da Bioacumulação de Mercúrio Total e Orgânico em Oligoquetas por meio de Ensaio de Toxicidade em Solo”.

Um dos objetivos do evento era possibilitar uma maior integração entre os pesquisadores envolvidos nessa área de conhecimento. Os temas centrais proporcionarão aos congressistas o acesso às metodologias e técnicas atuais para a ampliação de seus conhecimentos.

Os benefícios da análise de risco industrial

A análise de risco industrial tem sido aprimorada ao longo dos tempos. De acordo com Vinicius Ambrogi, Gestor Técnico da Geoklock, empresa de consultoria e engenharia ambiental, que pertence ao grupo suíço EBP, já existem programas que, a partir de imagens georreferenciadas e outras informações, permitem medir zonas de impacto em eventos críticos com melhor definição aos riscos reais, individual e coletivo. Esse tipo de exigência em Estados como São Paulo já ocorre há vários anos, mas há ainda muitas instalações, novas ou antigas, que necessitam desse tipo de avaliação.

“É importante dizer que estamos falando de um trabalho de curto prazo e baixo investimento, que pode, além de permitir a adoção de medidas preventivas, garantir por parte das empresas melhora na imagem institucional a partir da proatividade pela prevenção, podendo mesmo reduzir custos, na medida em que pode ocorrer algum tipo de redução, por exemplo, de preços em apólices de seguro e dos custos que podem ser gerados em caso de um acidente”, destaca Ambrogi.

Segundo ele, o próprio crescimento das cidades vai impondo a exigência da análise de risco industrial, na medida em que o zoneamento, que antes permitia pouco adensamento, hoje possibilita a proximidade de moradias e pessoas no entorno de plantas indústrias. “Essas integrações nem sempre se dão seguindo-se o receituário de cuidados determinado pelas autoridades, por isso a contratação de um trabalho especializado nesta avaliação é necessária para medir os riscos existentes em decorrência das alterações do uso e ocupação do solo”.

Ele lembra que hoje essas análises contam com ferramentas mais avançadas, com softwares de última geração, que trabalham com maior precisão de dados e imagens georreferenciadas. Por isso o potencial de dano em caso de um acidente é bem mais precisamente previsto e calculado. “Analisamos sempre a combinação da frequência e do dano potencial. Se a frequência de um evento é alta e o seu dano também, por exemplo, é necessário adotar uma série de medidas para baixar esses riscos, seja em sua frequência, seja na magnitude do dano. Uma coleta de dados precisa é que permitirá se chegar a esses resultados, gerando adicionalmente um conjunto de medidas classificadas para atenuar a frequência ou o dano”.

Em São Paulo, diz ele, a gestão é muito boa, mas ainda é possível avançar no planejamento urbano de crescimento das cidades de forma integrada às análises de risco. Há formas de se identificar e avaliar os riscos ao solo e águas superficial e subterrânea, além do indicador existente relativo a vida humana. “Na Suíça, por exemplo, existe a possibilidade de se avaliar os riscos com base em perdas financeiras, contaminação de solo e água, além de outros. As empresas que adotam esses modelos identificam de forma antecipada outras variáveis que podem surgir no caso de um acidente e que, aqui para nós nem sempre são previamente identificadas, o que poderia gerar menores riscos às suas imagens institucionais e agregaria valor aos seus negócios”, explica Vinícius Ambrogi.

Segundo ele, trata-se de uma relação custo-benefício, já que os projetos de prevenção podem ser avaliados em termos dos seus investimentos pela redução dos diversos riscos associados. Nesse sentido, diante dos diagnósticos, o investimento acaba se pagando e compensando.

Empresas que gerenciam riscos em suas instalações, como as que manipulam combustíveis, produtos tóxicos e inflamáveis devem, conforme informado pelo Ambrogi, sempre que indicado, analisar os seus riscos. “Estamos falando desde grandes operações, como indústrias petroquímicas, até uma empresa que tenha em seu pátio tanques de combustível como GLP ou diesel. Trata-se de uma questão estratégica e não apenas de segurança. Com isso se evita ainda interrupções produtivas, queda do valor de ações das empresas e problemas jurídicos de grande monta no futuro”.

Fonte: Ecommerce News

Um compromisso de 39 anos com o meio ambiente

Há 39 anos nascia a Geoklock e o nosso compromisso com o meio ambiente. Nesse tempo crescemos muito: adquirimos equipamentos e construímos uma infraestrutura de última geração que hoje faz da Geoklock uma referência no mercado.

Mais do que isso, adquirimos o conhecimento e know-how que formam nosso corpo técnico altamente qualificado. Temos muito orgulho do trabalho feito e esperamos crescer cada vez mais, fazendo o que a gente sabe fazer melhor.